





Embora altamente prevalente, a cefaleia segue subestimada na formação médica, o que resulta em condutas inespecíficas, uso excessivo de exames complementares e falhas terapêuticas frequentes.
No curso Cefaleias na Prática Clínica, você aprenderá a diferenciar os principais tipos de cefaleia, aplicar a classificação ICHD-3 com segurança, realizar o exame cefaliátrico com critério e conduzir cada caso com domínio terapêutico e confiança.
Uma formação indispensável, desenvolvida por uma das maiores autoridades da América Latina, para médicos que buscam aprofundamento, autonomia e excelência na condução das cefaleias.
Para quem este curso é indicado?
Conteúdo Programático
Por que estudar cefaleia? A importância clínica, social e profissional do tema.
Como o diagnóstico é construído a partir de uma avaliação clínica minuciosa, sem depender exclusivamente de exames.
Conheça o sistema taxonômico da cefaliatria: base diagnóstica essencial para a prática clínica.
Entenda os diferentes fenótipos da migrânea e como isso interfere no sucesso terapêutico.
A segunda moléstia mais incapacitante do mundo. Mais de 30 milhões de brasileiros aguardam tratamento adequado.
Alvos cerebrais e neuroquímicos envolvidos em cada fase da crise — e como abordá-los terapeuticamente.
Doenças associadas à enxaqueca: oportunidades e limitações terapêuticas.
Fármacos clássicos, suas combinações racionais e o refinamento da arte terapêutica.
Toxina botulínica, anticorpos monoclonais anti-CGRP, gepantes e ditanas: quando, como e por que usar.
Arte do tratamento centrado no paciente, a terapia customizada e seu ganho em eficácia.
Diagnóstico e manuseio de uma condição que ocorre em mais de 90% das pessoas.
Cefaleias raras e dramáticas, associadas a ritmos biológicos e apresentações intensas.
Como conduzir um dos quadros mais dolorosos da medicina com precisão e respeito ao sofrimento do paciente.
Hemicranias paroxísticas, hemicrania contínua, síndrome SUNCT/SUNA. Condições cujo conhecimento pode virar o jogo em casos raros e complicados.
Cefaleia primária da tosse, cefaleia primária do exercício, cefaleia primária associada à atividade sexual, cefaleia primária de trovoada.
Cefaleia por pressão externa, cefaleia primária em pontada, cefaleia numular, cefaleia hípnica, cefaleia persistente diária inédita (NDPH).
Cefaleia atribuída a trauma ou lesão cefálica e/ou cervical, cefaleia atribuída a transtorno vascular craniano e/ou cervical.
Cefaleia atribuída a transtorno intracraniano não vascular: cefaleia atribuída a hipertensão liquórica, cefaleia atribuída a hipotensão liquórica, cefaleia atribuída a doença intracraniana inflamatória não infecciosa, cefaleia atribuída a neoplasia intracraniana.
Cefaleia atribuída a transtorno intracraniano não vascular: cefaleia atribuída à crise epilética; cefaleia atribuída à malformação de Chiari tipo I. Cefaleia atribuída ao uso de substância ou à sua supressão. Cefaleia atribuída a infecção.
Cefaleia atribuída a transtorno da homeostase, cefaleia atribuída à hipóxia, cefaleia atribuída à diálise.
Cefaleia atribuída a transtorno da homeostase: cefaleia atribuída à hipertensão arterial, cefaleia atribuída a hipotireoidismo, cefaleia atribuída a jejum, cefaleia cardíaca.
Explora causas e diagnóstico de dores faciais e cefaleias ligadas a estruturas da cabeça e pescoço.
Explica neuralgias e dores faciais associadas aos nervos cranianos, com destaque para a neuralgia do trigêmeo.
Graduado em Medicina (1975), Mestrado (1990) e Doutorado (1995), pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, e Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (1977); Estágio no Regionsykkehuset (Trondheim, Noruega).
Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Ex- Presidente da Sociedade Latinoamericana de Cefaleia. Membro do BOARD of TRUSTEES da International Headache Society. Conferencista em Cefaleia na Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia, Venezuela, Colômbia, Porto Rico, República Dominicana, Portugal, Espanha, Itália. Altamente identificado com o estudo e tratamento das cefaleias
Experiência de 50 anos na área médica, com ênfase em Neurologia, atuando principalmente nos seguintes temas: neurologia, cefaleia, enxaqueca, cefaleia em salvas e dor. Professor de Neurologia da Faculdade de Medicina UNI-FACEF, Franca.
Perguntas Frequentes
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